sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A Flor Lendária

Serias tu a flor lendária?
Que tem o poder dos grilhões quebrar?
E o coração oprimido abrandar
Com a beleza do amor, libertária?

O teu sentimento, puro e singelo,
Em meu coração, lançou a teia;
Onde, as mais doces virtudes semeia,
Fortalecendo, em gradação, poderoso elo!

Oh! Nobre dama! Eu não mereço
Um amor cuja intensidade provei,
Que não tem limites, medida ou preço!

Felicidade que jamais trilhei!
E o mesmo, a ti, ofereço:
Tudo o que nem em sonhos ousei!

(João Paulo Moço)

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