segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O Exausto Caminhante

Palmilhei um longo caminho,
Alavancado por esperança;
E inocência de criança,
Desbravando tudo, sozinho!

Na estrada, o maldito vento
A luz da esperança, levou!
No lugar, um presente deixou:
Tristeza, dor e sofrimento!

Vivi a extinção do sonho!
Cultivei uma alma sofrida!
Tornei-me um ser tristonho!

Só sei esperar a partida
Deste enredo tão medonho,
Quando hei de deixar esta vida!

(João Paulo Moço)

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