segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Chegaste ao meu Coração

Viajaste até a essência de meu ser
E plantaste a semente do fascínio;
Superaste o raio genial do raciocínio
Desvendando o que não viera conhecer!

Nessa morada singela e envolvente
Presenciaste a explosão, princípio confim;
E, de toda existência, viu também o fim:
Trajetória adormecida em todo ser vivente!

Descobriste em mim a maior riqueza,
Infinita e de impossível ilustração,
Fruto da até então perdida pureza!

Como miraste a minha aspiração
Diferente do mundo, sem avareza?
Tu entendes o olhar do meu coração!

(João Paulo Moço)

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