Eu, como tu, a escrever,
Maria, de tanta desgraça!
Excluída por sua raça,
Refugia-se no ato de ler!
Na miséria, os filhos dela,
São vítimas de erro perverso:
"Éden de ladrões, podre universo!",
É o que dizem da sofrida favela!
Dos caminhões, comida é jogada!
E os corvos tentam merecer,
Desfrutar tal carne estragada!
Mas, Maria também quer viver!
E mergulha na podridão exalada
Da alma de todo humano ser!
(João Paulo Moço)
Maria, de tanta desgraça!
Excluída por sua raça,
Refugia-se no ato de ler!
Na miséria, os filhos dela,
São vítimas de erro perverso:
"Éden de ladrões, podre universo!",
É o que dizem da sofrida favela!
Dos caminhões, comida é jogada!
E os corvos tentam merecer,
Desfrutar tal carne estragada!
Mas, Maria também quer viver!
E mergulha na podridão exalada
Da alma de todo humano ser!
(João Paulo Moço)

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