Temos sede de saber!
Seja na fé ou na ciência;
Perseguimos a sapiência,
Sem muito a merecer!
Soberbos tornam-se os egos,
Corações amanhecem cegos:
Muitos, conhecendo demais,
Esquecem que são todos iguais!
E, sedentos de glória e razão,
De várias formas se agridem,
Sem mais reconhecer o irmão!
Mesmo que não se aceitem,
Oh! Tolos! A vossa destruição
Brada feliz: "Não se respeitem!"!
(João Paulo Moço)

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