Ali, entre as árvores, eu me vi
Brincando tão puro e inocente;
Com sonhos nobres na mente
E luzes vibrantes, cheias de si!
A aranha e sua teia complexa,
Os cães de guarda a ladrar:
A natureza simples a bailar
Deixava tal criança perplexa!
E ali também eu chorei!
Pois aquela criança, eu sei,
Não pode ouvir minha prece!
A muralha do tempo nos separa!
"Era livre! Veja ali! Te encara!
Para ser quem você quisesse!"!
(João Paulo Moço)
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário