domingo, 4 de agosto de 2013

O Meu Lar


Ali, entre as árvores, eu me vi
Brincando tão puro e inocente;
Com sonhos nobres na mente
E luzes vibrantes, cheias de si!

A aranha e sua teia complexa,
Os cães de guarda a ladrar:
A natureza simples a bailar
Deixava tal criança perplexa!

E ali também eu chorei!
Pois aquela criança, eu sei,
Não pode ouvir minha prece!

A muralha do tempo nos separa!
"Era livre! Veja ali! Te encara!
Para ser quem você quisesse!"!

(João Paulo Moço)

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