Encaramos o mundo de peito aberto
Quando, da morte, não temos noção;
Até que ela nos toca o coração
Atingindo quem está mais perto!
Então nos damos conta
Da inocência juvenil:
Nossa vida é pueril,
Como uma inútil afronta!
Vem, dançando, a realidade:
Na vida, existe um norte,
Passamos sem qualquer alarde!
É nossa única e triste sorte
Esperar, deixando saudade,
Nossa vez na fila da morte!
(João Paulo Moço)
Quando, da morte, não temos noção;
Até que ela nos toca o coração
Atingindo quem está mais perto!
Então nos damos conta
Da inocência juvenil:
Nossa vida é pueril,
Como uma inútil afronta!
Vem, dançando, a realidade:
Na vida, existe um norte,
Passamos sem qualquer alarde!
É nossa única e triste sorte
Esperar, deixando saudade,
Nossa vez na fila da morte!
(João Paulo Moço)

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