sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Realidade da Morte

Encaramos o mundo de peito aberto
Quando, da morte, não temos noção;
Até que ela nos toca o coração
Atingindo quem está mais perto!

Então nos damos conta
Da inocência juvenil:
Nossa vida é pueril,
Como uma inútil afronta!

Vem, dançando, a realidade:
Na vida, existe um norte,
Passamos sem qualquer alarde!

É nossa única e triste sorte
Esperar, deixando saudade,
Nossa vez na fila da morte!

(João Paulo Moço)

Nenhum comentário:

Postar um comentário