Desejoso do lar, atravessa o quintal!
Como um convite, está a porta aberta;
No peito, arde uma felicidade incerta,
Um arrependimento, sente-se mal!
Adentrando a casa, acreditar não quer:
Encontra-a um caos, a sala revirada;
O desespero toma-o numa passada!
Clama pela filha, implora a mulher!
No quarto, olhos sem brilho, má sorte,
Revelam o quão haviam sofrido:
Sobre a cama, experimentaram a morte!
Em prantos, deseja nunca ter nascido!
Relembra os últimos momentos, sem norte:
Ganhou delas uma briga sem sentido!
(João Paulo Moço)
Como um convite, está a porta aberta;
No peito, arde uma felicidade incerta,
Um arrependimento, sente-se mal!
Adentrando a casa, acreditar não quer:
Encontra-a um caos, a sala revirada;
O desespero toma-o numa passada!
Clama pela filha, implora a mulher!
No quarto, olhos sem brilho, má sorte,
Revelam o quão haviam sofrido:
Sobre a cama, experimentaram a morte!
Em prantos, deseja nunca ter nascido!
Relembra os últimos momentos, sem norte:
Ganhou delas uma briga sem sentido!
(João Paulo Moço)

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