Oh! Maldito lugar!
Terra arrasada!
Nem a bela alvorada
Em ti há de brilhar!
Teu seio revela escombros,
Um campo onde nada cresce;
E toda bondade perece:
Pesado fardo em teus ombros!
Ninguém põe a mão em ti,
Nem os porcos se deleitam!
Não desejam maldição para si!
Em ti, os covardes espreitam!
A sorte não te sorri:
Força e honra te rejeitam!
(João Paulo Moço)
Terra arrasada!
Nem a bela alvorada
Em ti há de brilhar!
Teu seio revela escombros,
Um campo onde nada cresce;
E toda bondade perece:
Pesado fardo em teus ombros!
Ninguém põe a mão em ti,
Nem os porcos se deleitam!
Não desejam maldição para si!
Em ti, os covardes espreitam!
A sorte não te sorri:
Força e honra te rejeitam!
(João Paulo Moço)

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