terça-feira, 9 de julho de 2013

A Espera

 
Sinto uma espera invisível
De braços abertos para mim;
Ela clama, num tom sofrível:
"Ao meu tormento, dê um fim!"!
 
Ela anseia as palavras mais belas,
Atitudes que transbordem entrega;
Pinturas ultrarromânticas nas telas,
O "sim" da decisão rápida e cega!
 
Oh! Linda dama! Eu sempre recebo
As suas tristezas em pesadas preces!
Nessas linhas tortuosas, te escrevo:
 
Ah! Princesa! Se ao menos soubesses
Dos males que eu não descrevo,
Verias um alguém que não te merece!
 
(João Paulo Moço)

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