Eu vejo as linhas vazias
Como eu!
Eu vejo tantas almas frias
Em apogeu!
Eu ouço falsos intelectuais
Como eu!
Eu não quero ouvi-los mais,
Ateneu!
Eu quero me libertar
De mim mesmo!
Não quero me alienar,
Quero à esmo!
Eu quero o dom da luz,
Prometeu!
Um lar que fascina e seduz,
Odisseu!
(João Paulo Moço)

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