A quem eu tento enganar
Com a ladainha de meus versos?
Melhor mantê-los submersos
No sábio dom do silenciar!
Linhas tortas, enredos enfadonhos!
Pecado, só de ousar pensá-los!
Aos mestres, só faço insultá-los!
Palavras podres, frutos medonhos!
Quem eu penso que sou, afinal?
Meus poemas se perdem na madrugada!
Não vêem a manhã por realidade sepulcral!
Nenhum coração minha obra agrada!
Escrevo ao vazio mortal:
Não sou poeta nem homem: sou nada!
(João Paulo Moço)
Com a ladainha de meus versos?
Melhor mantê-los submersos
No sábio dom do silenciar!
Linhas tortas, enredos enfadonhos!
Pecado, só de ousar pensá-los!
Aos mestres, só faço insultá-los!
Palavras podres, frutos medonhos!
Quem eu penso que sou, afinal?
Meus poemas se perdem na madrugada!
Não vêem a manhã por realidade sepulcral!
Nenhum coração minha obra agrada!
Escrevo ao vazio mortal:
Não sou poeta nem homem: sou nada!
(João Paulo Moço)

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