terça-feira, 9 de outubro de 2012

O Presente Incompreendido

Escala o Cáucaso, a novilha!
Encontrando o lendário titã!
No sofrimento, ela é sua irmã!
Sua presença desfaz uma ilha!

Io e Prometeu, pobres criaturas!
Ele deu aos homens qualidade!
E, como ela, provou a maldade
Por enfurecer os deuses nas alturas!

Outrora uma bela flor
Não tarda em se espantar
Com o motivo de tanta dor!

Não compreende o iluminar!
O titã deu com imenso amor
A magia dos grilhões quebrar!

(João Paulo Moço)

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