quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Poeta, Mente Inquieta

Nos segredos do poeta
Se revelam um sonhador;
Cantando os melindres do amor
Empenha-se sua mente inquieta!

Deseja sempre se expressar
Logo, não cessa em escrever;
O que ousa ou não viver
Nunca pára de sonhar!

Seja o inferno ou o céu
Escreve em qualquer lugar
Tudo é seu papel!

Não importa onde possa estar
Destila o doce ou o fel
Em casa ou na mesa de um bar!

(João Paulo Moço)

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