A mais pura verdade:
Só cantando a felicidade
Para falar de ti!
Ela é minha morada
Por seres minha amada,
Amor que jamais vivi!
Palavras: difícil organizá-las
Para, a ti, empregá-las
Numa bela poesia!
Por mais doce e amável,
Frente ao imensurável,
Torna-se obra vazia!
Mesmo diante deste cenário,
Como um lindo relicário,
Quero estas dedicar!
A ti, nobre dama,
Cujo meu peito inflama
No simples dom do amar!
O teu desejo renovou,
E teu brilho iluminou,
Um alguém que era triste!
E hoje só vê beleza,
Sem tempo para tristeza,
Num sorriso que persiste!
Um brilho no olhar,
Que esbanja o exalar
De viver em sua vida!
Estar ao lado seu
É estar no apogeu
Da vitória merecida!
Triunfo de fortes laços,
Confirmado nos teus braços,
Em teu seio: meu ninho!
O tempo desaparece
E minh'alma enriquece
Por seus toques de carinho!
O tempo em minha mente
É sujeito inexistente:
A mim, ele nada diz!
Nenhum tempo no mundo
Tem período tão profundo
Para te fazer feliz!
Tamanha é sua intensidade
Que, mesmo na eternidade,
Eu jamais alcançaria
O divino dom de tê-la
E plenamente satisfazê-la
Em mágica nostalgia!
Mas, a minha infinitude
Reside na atitude
De lutar, seguir tentando!
Com um sorriso no rosto,
Na certeza do desgosto,
Em prosseguir fracassando!
E saiba que, nas derrotas
Abrem-se milhões de portas
E o coração brada:
Que, mesmo ao se ferir,
Jamais vai desistir
De ti, minha alvorada!
(João Paulo Moço)
Só cantando a felicidade
Para falar de ti!
Ela é minha morada
Por seres minha amada,
Amor que jamais vivi!
Palavras: difícil organizá-las
Para, a ti, empregá-las
Numa bela poesia!
Por mais doce e amável,
Frente ao imensurável,
Torna-se obra vazia!
Mesmo diante deste cenário,
Como um lindo relicário,
Quero estas dedicar!
A ti, nobre dama,
Cujo meu peito inflama
No simples dom do amar!
O teu desejo renovou,
E teu brilho iluminou,
Um alguém que era triste!
E hoje só vê beleza,
Sem tempo para tristeza,
Num sorriso que persiste!
Um brilho no olhar,
Que esbanja o exalar
De viver em sua vida!
Estar ao lado seu
É estar no apogeu
Da vitória merecida!
Triunfo de fortes laços,
Confirmado nos teus braços,
Em teu seio: meu ninho!
O tempo desaparece
E minh'alma enriquece
Por seus toques de carinho!
O tempo em minha mente
É sujeito inexistente:
A mim, ele nada diz!
Nenhum tempo no mundo
Tem período tão profundo
Para te fazer feliz!
Tamanha é sua intensidade
Que, mesmo na eternidade,
Eu jamais alcançaria
O divino dom de tê-la
E plenamente satisfazê-la
Em mágica nostalgia!
Mas, a minha infinitude
Reside na atitude
De lutar, seguir tentando!
Com um sorriso no rosto,
Na certeza do desgosto,
Em prosseguir fracassando!
E saiba que, nas derrotas
Abrem-se milhões de portas
E o coração brada:
Que, mesmo ao se ferir,
Jamais vai desistir
De ti, minha alvorada!
(João Paulo Moço)
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