segunda-feira, 4 de março de 2013

Passa o Mundo ao Prisioneiro

Chove forte lá fora
E eu aqui, prisioneiro!
De um relâmpago, o luzeiro
Chama-me a ir embora!

Lembro-me de minha infância,
Dos banhos em alegria;
Momentos de nostalgia,
Dos tempos de tolerância!

Mas hoje, eu nada posso!
Felicidade tem restrições:
Engodo, alento nosso!

Adulto, as emoções,
Hoje, não mais endosso,
Morrendo em minhas prisões!

(João Paulo Moço)

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