Eu vejo uma placa
Saída da cloaca
Do artista marginal!
Com pompas de pensador!
Da verdade, conhecedor:
Um falso intelectual!
Leio um livro revelador,
De um tom ameaçador,
Aponta falsários do tempo!
Derruba com a verdade,
Se afirma na falsidade:
Palavras, palavras ao vento!
Ouço jovens exaltando
Poder de podre bando
Que desafia a lei!
Espalham roubos e morte,
Desafiam a própria sorte,
São cantados como reis!
Assisto a calorosos debates,
Entre um ou dois enfartes,
Do menos errado a fazer!
Num mar demagógico,
De furor pedagógico,
Em eterno maldizer!
Preconceitos do passado,
Em século "iluminado",
Encontram hospedeiros
Na "vanguarda do saber":
Os que deveriam ser
Democráticos pioneiros!
Um mundo pervertido,
De valores invertidos,
Numa caminhada incerta!
São tantas injustiças,
Irmãs e fronteiriças,
À um porco ser poeta!
(João Paulo Moço)
Saída da cloaca
Do artista marginal!
Com pompas de pensador!
Da verdade, conhecedor:
Um falso intelectual!
Leio um livro revelador,
De um tom ameaçador,
Aponta falsários do tempo!
Derruba com a verdade,
Se afirma na falsidade:
Palavras, palavras ao vento!
Ouço jovens exaltando
Poder de podre bando
Que desafia a lei!
Espalham roubos e morte,
Desafiam a própria sorte,
São cantados como reis!
Assisto a calorosos debates,
Entre um ou dois enfartes,
Do menos errado a fazer!
Num mar demagógico,
De furor pedagógico,
Em eterno maldizer!
Preconceitos do passado,
Em século "iluminado",
Encontram hospedeiros
Na "vanguarda do saber":
Os que deveriam ser
Democráticos pioneiros!
Um mundo pervertido,
De valores invertidos,
Numa caminhada incerta!
São tantas injustiças,
Irmãs e fronteiriças,
À um porco ser poeta!
(João Paulo Moço)
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