O povo quer dormir um pouco mais
E sonhar com novos tempos;
Sem cobranças e tormentos,
Um sono que satisfaz!
Quer espaço para viver
E não ser como sardinha;
Comprimido na latinha:
Quer direito de pleno ser!
No relógio, dar um basta
Bem como na rotina
De máquina, pobre casta!
Livrar-se da triste sina,
Do domínio que se alastra,
Da maldita ave de rapina!
(João Paulo Moço)
E sonhar com novos tempos;
Sem cobranças e tormentos,
Um sono que satisfaz!
Quer espaço para viver
E não ser como sardinha;
Comprimido na latinha:
Quer direito de pleno ser!
No relógio, dar um basta
Bem como na rotina
De máquina, pobre casta!
Livrar-se da triste sina,
Do domínio que se alastra,
Da maldita ave de rapina!
(João Paulo Moço)

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