sábado, 18 de janeiro de 2014

Nossa Gente


Nossa gente sobrevive à esmo,
Na esperança de sonhos distantes;
Clamando aos opulentos governantes
Que representam apenas a si mesmos!

Nossa gente sobrevive ao choro
Pelo sofrimento da terra que ama;
E se afunda em podridão e lama
Mas pagam por ruas de ouro!

Nossa gente, honrada e nobre,
Tem uma recompensa pobre:
Toda sorte de enfermidades!

Nossa gente deseja a mudança
Que a Constituição deixou por herança:
O direito à dignidade!

(João Paulo Moço)

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