Nossa gente sobrevive à esmo,
Na esperança de sonhos distantes;
Clamando aos opulentos governantes
Que representam apenas a si mesmos!
Nossa gente sobrevive ao choro
Pelo sofrimento da terra que ama;
E se afunda em podridão e lama
Mas pagam por ruas de ouro!
Nossa gente, honrada e nobre,
Tem uma recompensa pobre:
Toda sorte de enfermidades!
Nossa gente deseja a mudança
Que a Constituição deixou por herança:
O direito à dignidade!
(João Paulo Moço)

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