Nem o falso alento da ilusão
Eu tinha a me enganar:
Apenas solidão no caminhar
De uma triste tarde de verão!
Foi quando o seu sorriso, em adoção,
Surgiu diante de mim a brilhar;
E fez a minha alma recordar
Alegria perdida em meu coração!
Não vejo mais um Sol cinzento!
E tudo por um único motivo:
Sua presença em minha praça!
Soprava de ti um nobre vento
Que me deu direção e sentido,
Fez sorrir meu dia sem graça!
(João Paulo Moço)

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