Eu admiro a sua escolha!
Sim! Tu foste um sábio!
Ao veneno caído do lábio,
Escolheste a pureza da folha!
Folha de uma roseira
Onde mora a tua flor!
Que dedicas tanto amor,
Que inveja a aroeira!
Sim, amigo: tu és nobre!
E esta alma pobre
Faz-te uma reverência!
E brinda aqui, sozinho
Com enorme carinho,
Ao herói da sapiência!
(João Paulo Moço)
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