Sinto uma barreira enorme
Entre mim e a genialidade;
Entre o que penso e a verdade,
E nada faz com que a contorne!
Sinto um imenso abismo
Entre mim e algo bom;
Meus gritos são o som
Deslavado do cinismo!
Sinto que nem sei
Mais quem eu sou
Nem para onde vou!
Sinto que sempre acordei
Com a máquina que me impele:
Minh'alma sempre esteve entregue!
(João Paulo Moço)
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