sábado, 8 de junho de 2013

Barreiras e Abismos!


Sinto uma barreira enorme
Entre mim e a genialidade;
Entre o que penso e a verdade,
E nada faz com que a contorne!

Sinto um imenso abismo
Entre mim e algo bom;
Meus gritos são o som
Deslavado do cinismo!

Sinto que nem sei
Mais quem eu sou
Nem para onde vou!

Sinto que sempre acordei
Com a máquina que me impele:
Minh'alma sempre esteve entregue!

(João Paulo Moço)

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