O telefone tocaE a bela atende, apressada;
No brilho dos olhos, desesperada,
A verdade que sufoca!
Do olhar penetrante,
Caem, com toda força;
Lágrimas! Oh! Pobre moça!
O mais triste dos semblantes!
"Mamãe, adeus!",
Ela pede a Deus
Ser, de novo, criança!
Levanta e vai embora,
Sem o norte de outrora,
Sem chão ou esperança!
(João Paulo Moço)
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