Chegando ao antigo lugar,Não vejo mais os amigos;
Que me aconselhavam nos perigos
E me ouviam desabafar!
Cá estou eu, sozinho!
E o som traz a lembrança
De um jovem em esperança,
Louco para deixar o ninho!
Desbravar o mundo inteiro!
Palmilhá-lo, um viandeiro!
Sentir a emoção!
E hoje, em meu interior,
Vejo um fraco, perdedor,
Escravo da solidão!
(João Paulo Moço)
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