Aqui estão alguns de meus singelos devaneios, transformados em humildes versos que receio muito chamar de poemas!
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Minha Ilha
Ouço vozes Mas, estou só; Desatando o nó Noutras doses! Queima a goela Um uísque barato; Encaro o fato Na viela! O calor Intenso, exala Um odor Da alma que cala, Sem amor, Sem dor, sem nada! (João Paulo Moço)
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