Se canto a escravidão,
É porque sou cativo!
Só canto o que vivo
No oculto do coração!
Se canto as mazelas,
Narro parte de mim!
Meus versos, o clarim,
Minh'alma, podres vielas!
Defendo o seu querer,
Bem como o seu dizer
E o direito de fazê-lo!
Não confunda meu penar
Ao rechaço do teu pensar:
Não sou divino nem quero sê-lo!
(João Paulo Moço)
É porque sou cativo!
Só canto o que vivo
No oculto do coração!
Se canto as mazelas,
Narro parte de mim!
Meus versos, o clarim,
Minh'alma, podres vielas!
Defendo o seu querer,
Bem como o seu dizer
E o direito de fazê-lo!
Não confunda meu penar
Ao rechaço do teu pensar:
Não sou divino nem quero sê-lo!
(João Paulo Moço)

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