O velho resmungão tomou conta de mim,
Bradando problemas em narração sem fim,
Exaltando o lado negativo da vida!
Devora ferozmente os espaços,
Firmando, com certeza, o laço,
Numa realidade fria, sofrida!
Oh! Que atmosfera criei!
Lembra os pesadelos que sonhei
Nas terras da rainha tristeza!
Onde minhas lágrimas eram troféus,
Onde meus sonhos eram réus
E minha dor divertia a realeza!
Por muitas vezes, visitei estes domínios!
Lugar sem cor ou fascínios!
Por que sempre estive a regressar?
E este pensamento logo sente,
Que o escuro flagela minha mente
E segue estranhamente a viciar!
Neste ciclo constante
A chama segue errante,
Enfraquece em minh'alma!
Quase deixa de existir
Num lento exaurir:
Derrota serena, calma!
É no brilho agonizante
Que encontro a força do "avante":
Uma herança sagrada!
A luz que beijou a morte
Cresce, tornando-se mais forte
E volta a ter esperança!
(João Paulo Moço)
Bradando problemas em narração sem fim,
Exaltando o lado negativo da vida!
Devora ferozmente os espaços,
Firmando, com certeza, o laço,
Numa realidade fria, sofrida!
Oh! Que atmosfera criei!
Lembra os pesadelos que sonhei
Nas terras da rainha tristeza!
Onde minhas lágrimas eram troféus,
Onde meus sonhos eram réus
E minha dor divertia a realeza!
Por muitas vezes, visitei estes domínios!
Lugar sem cor ou fascínios!
Por que sempre estive a regressar?
E este pensamento logo sente,
Que o escuro flagela minha mente
E segue estranhamente a viciar!
Neste ciclo constante
A chama segue errante,
Enfraquece em minh'alma!
Quase deixa de existir
Num lento exaurir:
Derrota serena, calma!
É no brilho agonizante
Que encontro a força do "avante":
Uma herança sagrada!
A luz que beijou a morte
Cresce, tornando-se mais forte
E volta a ter esperança!
(João Paulo Moço)
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