Em algum ponto do vasto universo,
Está sendo escrito um verso,
Destinado a um ser vivente!
Cuja existência é presumida
Pelo fascínio mágico da vida,
Incompreendido à pequenez da mente!
Mas, até a pequenez encanta,
Porque as maiores distâncias suplanta,
Caminhos que o físico jamais alcançou!
Então, aqui, sentado à mesa,
Eu rompo qualquer represa,
A prisão, hoje, se quebrou!
Agora entendo como tudo é relativo,
Como o verme mais frágil pode ser altivo
E o mais poderoso pode sucumbir!
Aproveitemos todo e qualquer momento,
Como loucos, esfomeados e sedentos:
Não sabemos quando é tempo de cair!
(João Paulo Moço)
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