Os meus olhos só te veem,Dançando ao meu redor;
Sugando o futuro melhor,
Matando os que creem!
Tu moras na injustiça,
Na oportunidade perdida;
Na agressão sofrida,
Indignidade fronteiriça!
Maldita! Tu vens a mim
Desejando o meu fim!
Vestes a falsa beleza,
Obscura, doente e mórbida,
Realidade plenamente sórdida:
Afasta-te de mim, tristeza!
(João Paulo Moço)
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