Quando nossos lábios se abraçaram,
O mundo viu o seu próprio fim;
O Sol brilhou dentro de mim
E todos os poetas se calaram!
Quando nossas almas deram as mãos,
O inverno bradou em voz quente;
Encontrei na tristeza um ser que mente,
Por onde passo, só reconheço irmãos!
Quando nossos corpos, magnetizados,
Fundiram-se numa única luz,
Todos os olhos declararam, extasiados,
Que a nossa mágica inspira, seduz
E que não existe hoje, entre os seres alados,
Um que não deseje a asa que nos conduz!
(João Paulo Moço)
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