Quero abrir as veredas do coração,
Revelar cada beco e viela;
Libertar os segredos, abrir a cela,
Lavar a alma em confissão!
Quero um alguém que queira me ouvir
Mas, que também queira proclamar discurso;
De sua vida, seu fabuloso percurso,
Do que espera de um novo porvir!
Tal como a luz do Sol, este confidente,
Deve proteger minhas humildes sementes,
Ser implacável até o fim!
E jamais este tão sonhado amigo,
Mesmo diante do pior perigo,
Deve usar o que eu disse contra mim!
(João Paulo Moço)

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